Circus – A Nova Tournée

CIRCUS – A Nova Tournée recria o mundo maravilhoso do circo em quadros curtos e engraçados.

Apesar de ser um espetáculo dedicado às crianças, ele não se restringe somente ao público infantil. O roteiro foi construído de forma a envolver também os adultos. A intenção é simples: divertir com talento!

Na montagem a palavra é substituída pelo gesto do clown e pela trilha musical circense. Os bonecos são encantadores e o trabalho de manipulação seguro e preciso de Claudio Saltini e Teka Queiroz, faz com que os bonecos ganhem vida própria.

O espetáculo é uma piada só, mas irresistível. No picadeiro de um cirquinho mambembe, dois saltimbancos apresentam números circenses inusitados! Não há como manter distância dos ovos equilibristas, das minhocas trapezistas, do árabe e seu dromedário abusado, da ousada mosca dançarina, das trapalhadas do Homem Bala e o famélico faquir.

O humor sutil e elaborado acontece através de uma sequencia de quadros curtos e deliciosos onde nada dá certo: o homem bala fica entalado no canhão, o dromedário foge do controle de domador, a mosca tenta improvisar um strip-tease, o faquir é um fiasco… Circus A Nova Tournée é tão mágico quanto uma tarde no circo!

CIRCUS – A Nova Tournée é uma singela homenagem ao universo circense recheado de tiradas espertas. Pode não ser o maior espetáculo da Terra… Mas, é certamente um dos mais engraçados!

FICHA TÉCNICA

CRIAÇÃO E ROTEIRO:

  • Claudio Saltini
  • Marco Lima
  • Eduardo Amos

DIREÇÃO ORIGINAL:

  • Eduardo Amos

DIREÇÃO DA ADAPTAÇÃO:

  • Claudio Saltini

ELENCO:

  • Cláudio Saltini
  • Teka Queiroz

BONECOS E ADEREÇOS:

  • Marco Lima

CENÁRIO:

  • Cláudio Saltini

TRILHA SONORA:

  • Marco Lima

DURAÇÃO:

  • 50 minutos

FAIXA ETÁRIA RECOMENDADA:

  • Livre – a partir de 4 anos

TEMA:

  • Objetos em esqueces circenses

CONTEÚDO:

  • Teatro de bonecos

GÊNERO:

  • Comédia

MODALIDADE:

  • Teatro infantil

 

TRAILER

 

HISTÓRICO

O espetáculo CIRCUS – A Nova Tournée foi criado pela Companhia A Cidade Muda por Claudio Saltini, Eduardo Amos e Marco Lima. A Cidade Muda desempenhou um importante papel no desenvolvimento e na difusão do Teatro de Bonecos na cidade de São Paulo, nos anos 80 e 90. Em 2000, o espetáculo foi adaptado para ser encenado por Claudio Saltini e Teka Queiroz que mantiveram o encantamento do espetáculo original. Circus A Nova Tournée deu inicio a trajetória da Cia. Circo de Bonecos que continuou a explorar o trabalho experimental e plástico característicos de A Cidade Muda.

ESTREIA:

  • 1999 – Teatro Alfa Sala B

TEMPORADAS:

  • 2002 – Teatro Folha Cacilda Becker
  • 2002 – Teatro Leblon
  • 2003 – Teatro Folha
  • 2006 – Teatro Tim
  • 2007 – Sesc Pompéia
  • 2007 – Teatro Jardim São Paulo

PRÊMIO:

  • APCA – Melhor Espetáculo de Animação – 2000

FESTIVAIS:

  • 2001: Festival Internacional de Teatro São José do Rio Preto/SP
  • 2001: Mostra Bonecos de Sampa/RJ
  • 2002: III Festival Internacional Telemig Celular de Teatro de Bonecos – BH
  • 2002: XI Festival Espetacular de Teatro de Bonecos de Curitiba
  • 2003: I Festival de Teatro de Bonecos – Teatro Folha
  • 2003: V Mercado Cultural de Salvador
  • 2005: XI Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela
  • 2006: Festival SESI Bonecos do Brasil
  • 2006: Mostra de Teatro de Bonecos e Formas Animadas de São Bernardo do Campo
  • 2007: XI Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau
  • 2008: I Festival de Teatro Infantil de Vinhedo
  • 2009: FITA – Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis
  • 2009: IX Festival de Formas Animadas de Jaraguá do Sul
  • 2009: FESTEC – Festival de Teatro de Catanduva
  • 2009: FESTEC – Festival de Teatro de Catanduva
  • 2011: Festival de Circo do Brasil – Recife
  • 2011: MITI – Mostra Internacional de Teatro Infantil de Cuiabá
  • 2013: IV Festival de Arte para Crianças – Registro/SP
  • 2013: Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Lençóis Paulista
  • 2013: III Festival Internacional de Teatro de Bonecos – Bauru

PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS IMPORTANTES:

  • 2002: Projeto Escola Aberta da Prefeitura Municipal de São Paulo
  • 2002: Caravana Paulista de Teatro
  • 2003: Recreio nas Férias
  • 2007: Especial Infantil SESC São José dos Campos
  • 2007: Projeto Praça dos Bonecos
  • 2007: Comemoração dos 10 anos do Shopping Metrô Tatuapé
  • 2007: Mosaico Cultural – Catanduva/SP
  • 2007: Espaço Cultural CPFL
  • 2008: Virada Cultural
  • 2009: Espaço Cultural Brasil Telecom – Brasília/DF
  • 2013: Mosaico Teatral – Birigui/SP
  • 2013: Virada Cultural Paulista

CRÍTICAS

A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo! GUIA DA FOLHA DE S. PAULO
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O que a imprensa diz sobre Circus – A Nova Tournée

Dib Carneiro Neto (Caderno 2 – 14/07/2000)

Circus A Nova Tournée: irresistível

Uma das companhias de teatro de animação mais importantes de São Paulo, a Cidade Muda está de volta com Circus – A Nova Tournée. A primeira versão estreou em 1995 e encantou o público. Agora, novas atrações e truques fazem do espetáculo um dos melhores da temporada.

Os bonecos continuam encantadores, juntando graça, humor, caricatura, magia e mistério. O número de strip-tease da mosca faz a plateia delirar e a cena final, em que aparece uma bandeira com a palavra fim, é de uma singeleza empolgante. Dá vontade de reunir tudo o que está no palco e levar para casa.

Um charme adicional é a opção pelos chamados entreatos, em que os atores-manipuladores surgem na boca de cena para anunciar a próxima atração. Ë um recurso que dá agilidade e mas graça ao que poderia resultar maçante se fosse só uma sucessão de bonecos imitando números circenses. Os atores-manipuladores dão um show de picadeiros sem picadeiro. São clowns de carne e osso, num desfile de bonecos inesquecíveis.

O Globo (Segundo Caderno – 17/03/2002)

A magia dos bonecos em cena

Quem gosta de teatro de bonecos não pode perder espetáculo “Circus – A Nova Tournée”. O espetáculo, que recebeu em 2000 o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte de melhor espetáculo de Animação, é uma produção do grupo paulista A Cidade Muda, e fica em cartaz no Rio até o fim de maio.

Em cena, os bonecos fazem malabarismos e truques inacreditáveis, que deixam crianças e adultos boquiabertos. Um dos números mais aplaudidos de espetáculo é o das minhocas contorcionistas, realizado com manipulação aparente, mas não totalmente explicita. A mosca dançarina, que jamais consegue terminar seu número de strip-tease, também é um sucesso.

Os atores-manipuladores Claudio Saltini e Teka Queiroz não usam palavras para contar suas histórias. Elas são substituídas pela trilha sonora de Marco Lima e pelo primoroso trabalho corporal dos atores, que pode ser apreciado nos entreatos, quando interagem com a plateia. A magia dos 45 minutos de Circus, a Nova Tournée, encanta os pequenos e deixa os adultos com gostinho de quero mais.

Cássio Pires (FESTEC – 23/09/09)

Tudo começa com dois clowns de cara limpa. Eles tentam mostra-se hábeis dançarinos, atiradores de facas e equilibristas de copos. Nada funciona. Está dada a medida do que vermos quando se abrirem as cortinas do pequeno palco colocado sobre o palco de teatro: todos os números de Circus, a Nova Tournée estão condenados a uma série divertidíssima de fracassos.

A dupla clownesca que dá vida aos bonecos, Claudio Saltini e Teka Queiroz, mostra, sem propagandear sua habilidade, um grande domínio de um sem-número de técnicas de manipulação de formas animadas; da mesma forma, são excelentes nas relações que estabelecem com a plateia e com suas próprias criaturas.

Números clássicos do circo são recriados ora por personagens conhecidos, ora por figuras inusitadas. Se o mágico e o palhaço são figuras obrigatórias, nos surpreenderá saber que uma mosca dançarina, uma família de ovos equilibristas e duas minhocas trapezistas estão entre os seus companheiros de palco. Todos carismáticos, todos capazes de manterem crianças e adultos atentos do início ao fim dessa peculiar jornada circense.

Feita de ovos, animais e palhaços, essa peça, de alguma forma, fala sobre um inventário de assombros e paixões que nos acompanham enquanto estamos (e quando não estamos?) diante da necessidade de cumprir alguma meta. Na jocosa representação do erro, em um espetáculo tecnicamente exemplar, há uma delicada reflexão sobre a condição humana.