Circo de Pulgas

Os clowns da Cia. Circo de Bonecos não para de brincar… Agora o faz-de-conta é um “circo de pulgas”! Mas, como sempre, tudo dá errado! Os truques não funcionam e nada sai como planejado! Então qual é a solução? Treinar uma pulga de verdade! Óbvio! O público não vai acreditar ao ver uma pulga pulando de trampolins, andando na corda bamba e até voando de um canhão.

Os dois clowns inventaram um novo jeito de brincar, usando um Teatro de Pulgas. Eles brincam com o que não existe, brincam com aquilo que está na imaginação. Brincam com o pensamento!

Nesse brincar pode-se reinventar os universos familiares, as relações amorosas e construir um pensamento coerente e criativo. A Cia. Circo de Bonecos propõe resgatar o encantamento e a delicadeza do antigo Circo de Pulgas, ao mesmo tempo em que recria um espaço para a fantasia e a imaginação: o público não vai acreditar ao ver uma pulga pulando de trampolins, andando na corda bamba e até voando de um canhão.

A pulga não existe, mas todos conseguem enxergá-la pulando do trampolim, andando na corda bamba, tomando banho e ouvi-la cantando… Neste espetáculo a plateia é coautora, pois é convidada a criar a personagem principal, num exercício de imaginação constante.

A Cia Circo de Bonecos propõe resgatar o encantamento e a delicadeza do antigo circo de pulgas, ao mesmo tempo em que recria um espaço para o brincar, para a fantasia e a imaginação. Tão bom quanto uma brincadeira de criança: Circo de Pulgas!

Em 2010, Circo de Pulgas foi agraciado com os mais importantes prêmio para o Teatro Infanto Juvenil: Prêmio FEMSA de Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Trilha Sonora, Prêmio APCA de Melhor Espetáculo Infantil.

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO:

  • Teka Queiroz

ELENCO:

  • Claudio Saltini
  • Sandro Gattone
  • Nilton Marques

CENÁRIOS:

  • Claudio Saltini

TRILHA SONORA:

  • Claudio Saltini
  • Raniere Guerra
  • Kleber Brianez

PRODUÇÃO:

  • Claudio Saltini
  • Teka Queiroz

TEMPO DE MONTAGEM/DESMONTAGEM:

  • 40 minutos

DURAÇÃO:

  • 55 minutos

VISIBILIDADE:

  • Até 500 pessoas

FAIXA ETÁRIA:

  • Livre

TEMA:

  • Brincadeiras infantis

CONTEÚDO:

  • Relações familiares, esquetes circenses

GÊNERO:

  • Comédia

MODALIDADE:

  • Teatro infantil

 

TRAILER

 

HISTÓRICO

Criado em 2010, Circo de Pulgas foi inspirado nos tradicionais circo de pulgas de origem francesa do século XVIII. A reconstituição do pequeno picadeiro e o estudo minucioso das técnicas de manipulação alimentou o jogo clownesco, proposto pela da Cia Circo de Bonecos, fazendo com que o espetáculo final extrapole o tradicional picadeiro francês para colocar a “pulguinha” em um novo universo lúdico/cômico. Circo de Pulgas sintetiza as pesquisas da Cia Circo de Bonecos dos últimos anos, que se caracteriza pela utilização da linguagem do teatro de bonecos, a mímica e o clown.

ESTREIA:

  • Teatro Alfa Sala B – 2 de outubro de 2010

TEMPORADAS:

  • 2010 – Teatro Alfa
  • 2011 – SESC Pompéia
  • 2012 – Teatro Centro da Terra
  • 2012 – SESC Belenzinho
  • 2013 – SESC Vila Mariana

PRÊMIOS:

  • APCA – Melhor espetáculo infantil de 2010
  • Coca-Cola FEMSA 2010 – Melhor Espetáculo Infantil; Melhor Ator para Claudio Saltini; • Melhor Trilha Sonora

FESTIVAIS/PARTICIPAçÃO EM EVENTOS CULTURAIS IMPORTANTES:

  • 2011: 4º Festival de Teatro Infantil do Estado de São Paulo/Salto
  • 2011: PROAC Circulação
  • 2011: Viagem Teatral SESI
  • 2011: Mosaico Teatral SESCOOP/SP
  • 2012: 3o Festival de Teatro Infantil do Teatro Centro da Terra
  • 2012: Circuito Cultural da SCESP de Arte para Crianças – Registro/SP
  • 2013: Mosaico Teatral

 

CRÍTICAS

A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo! GUIA DA FOLHA DE S. PAULO
A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo!A crítica recomenda este espetáculo! VEJA SÃO PAULO

O que a imprensa diz sobre Circo de Pulgas

Dib Carneiro Neto (Caderno2 – 24/10/2010)
Sabe uma peça em que adultos e crianças se divertem, sem trégua nem descanso, num contagiante momento mágico de eficiência e potência teatral? Pois assim é Circo de Pulgas, com a Cia. Circo de Bonecos…
O humor de bom gosto, as trapalhadas clássicas, o simples que vira sofisticado por ser exatamente assim: aparentemente simples. Técnica e emoção, engenho e arte caminham de mãos dadas, num magnífico exemplo do melhor teatro possível, sem rótulos, sem faixas etárias. Toda a família se junta às crianças nesta delícia de espetáculo. Não perca.

Gabriela Romeu (Guia da Folha – 3 a 9 de dezembro de 2010)
Personagens recriam traquinagens infantis
De uns tempos para cá, alguns grupos resgataram uma técnica circense que andava esquecida nos palcos paulistanos: o circo de pulgas, sucesso nas ruas no século 18. O “Circo de Pulgas”, da Cia Circo de Bonecos, em cartaz no Teatro Alfa, é um espetáculo que brinca com a “manipulação” desses minúsculos animais.

Brincar (e fazer rir despretensiosamente), na verdade, é o que melhor faz em cena a dupla de amigos Clau (Claudio Saltini) e Rani (Rani Guerra), ao redor de um cirquinho com canhão, trampolim e outros minúsculos aparelhos circenses, Suas peripécias para treinar a temperamental Pulguinha são embaladas por uma trilha sonora que lembra desenho animado e, em algumas cenas, evocam clássicos do cinema.

A Linguagem do palhaço se encaixa perfeitamente nas birras, nas teimosias, nas repetições e em outras traquinagens do universo infantil que a dupla espelha – e que já vem sendo apresentado em outras peças.

Os amigos são dois palhaços brincando de reinventar o mundo ao redor. O ranzinza Rani é perspicaz ( e generoso) escada para as trapalhadas do carismático Clau, que reserva um final inusitado.

Veja São Paulo Recomenda (13 de outubro de 2010)
Sempre competente na manipulação de bonecos e objetos, a Cia Circo de Bonecos agora enfrenta um novo desafio: dividir o palco da Sala B do Teatro Alfa com uma figura inexistente. Trata-se de uma pulga encontrada” na plateia, que será treinada pelos hilariantes Claudio Saltini e Rani Guerra para brilhar num minúsculo picadeiro. Os dois não só se saem bem nessa tarefa como divertem crianças e adultos do começo ao fim da montagem.

Em uma mistura de momentos fofos, a exemplo do beijo de boa-noite na pulguinha, e piadas simples, como as trapalhadas de Saltini ao seguir as ordens do colega ao pé da letra, a peça deixa a garotada hipnotizada. Vale adiantar: o final é de morrer de rir.